As aulas ministradas pela Ivana
de História do Cinema / Linguagem Cinematográfica e do Rafael Dragaud de
Roteiros, vem sendo de suma importância à medida que o tempo vai passando para
a turma do projeto “Mão na Cabeça”.
A coloquialidade dos
conhecimentos destes profissionais vem sendo aplicado de forma interessante com
exemplos que levaremos não somente como profissionais, mas para uma visão mais
crítica para o dia a dia, seja com as leituras, com as escritas e até mesmo o
visual.
O conhecimento das regras e a
importância da técnica enfatizam as temáticas para a formação da turma com rumo
à pré-produção do projeto. Isso gera um ponto positivo para o curso, pois agora
a turma começa a interagir e a revisar tudo que aprendemos nessas quatro
semanas.
As últimas aulas com as
tentativas de criação do argumento para um roteiro nos depararamos com
dificuldades de demonstrar ações visuais, mas isso foi superado a cada aula e
foram contribuídos argumentos maravilhosos que poderão ser aproveitados em
oportunidades futuras.
Bem, passando não somente uma
opinião, e sim uma visão da importância da escolha do roteiro, estou aqui para
fortificar sobre a escolha maravilhosa do argumento de “Pedro Egger”, o qual
abrange diversas questões sociais, tais como: Sexualidade, preconceito,
abordagem policial, assédio, entre outros assuntos que virão agregar para o
projeto do filme.
Esta semana começamos com o
esquema estrutural do roteiro, ou seja, o esqueleto do filme e foi aplicado um
exercício de elaboração coletiva onde foi divido em grupos, para os resultados
das ações que irão ser apresentadas no roteiro sejam decididos na próxima aula.
Um bom argumento é o guia
perfeito para se obter um grande sucesso e com certeza fizemos a escolha certa,
porém a importância da definição do tema nos ajudou bastante.
Agora que venha a formatação e
com todos os conceitos explorados em sala desenvolveremos o roteiro observando
diferentes visões. Este é o NOSSO desafio!
Ninguém nos segura ...
Por Joana Cardozo








